{"id":12558,"date":"2019-10-23T11:51:15","date_gmt":"2019-10-23T11:51:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.revistabinter.com\/?p=12558\/"},"modified":"2024-01-25T09:23:00","modified_gmt":"2024-01-25T09:23:00","slug":"cabo-verde-em-movimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/2019\/10\/23\/cabo-verde-em-movimento\/","title":{"rendered":"Cabo Verde em movimento"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">Por <em>Patri C\u00e1mpora<\/em><\/p>\n<p>Apesar do lema do arquip\u00e9lago ser <em>Cabo Verde no stress <\/em>e de muitos turistas chegarem \u00e0s suas praias paradis\u00edacas para descontrair ao sol e desligar de tudo numa espregui\u00e7adeira, Cabo Verde oferece uma mir\u00edade de propostas atrativas para deixar para tr\u00e1s as preocupa\u00e7\u00f5es, descobrindo as ilhas de maneira muito mais ativa. Propomos-lhe uma viagem em movimento pelo arquip\u00e9lago crioulo. Vamos a isto!<\/p>\n<p>Se quer descobrir o autentico Cabo Verde n\u00e3o esque\u00e7a as botas de caminhada e prepare-se para fruir de percursos inesquec\u00edveis. A melhor \u00e9poca para a caminhada \u00e9 entre novembro e maio, j\u00e1 que evitar\u00e1 as temperaturas altas e a chuva, que pode ocasionalmente ser intensa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12559 size-large\" src=\"http:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fogo-2-1024x684.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"684\" srcset=\"https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fogo-2-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fogo-2-361x242.jpg 361w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fogo-2-750x501.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Santo Ant\u00e3o \u00e9 o para\u00edso dos caminhantes. A\u00ed encontrar\u00e1 trilhos de dura\u00e7\u00e3o entre um par de horas e v\u00e1rios dias, que ir\u00e3o cortar-lhe a respira\u00e7\u00e3o, com paisagens abruptas onde pode sentir o pulsar da vida local.<\/p>\n<p>Um cl\u00e1ssico \u00e9 o vale de Paul. A trilha lev\u00e1-lo-\u00e1 desde a cratera do vulc\u00e3o da Cova at\u00e9 ao mar, atravessando planta\u00e7\u00f5es tropicais de cana-de-a\u00e7\u00facar, manga, maracuj\u00e1, fruta-p\u00e3o\u2026 enquanto o percorre ir\u00e1 cruzar-se com os agricultores que cultivam estas terras f\u00e9rteis, que o ir\u00e3o receber com um sorriso. Fa\u00e7a uma paragem nalgum dos antigos trapiches onde se produz a bebida local, o <em>grogue<\/em> ou aguardente de cana.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12560 size-large\" src=\"http:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fofo-4-684x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"684\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fofo-4-684x1024.jpg 684w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fofo-4-162x242.jpg 162w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Senderismo-Pico-de-Fofo-4-750x1124.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 684px) 100vw, 684px\" \/><\/p>\n<p>Mas se o que deseja \u00e9 ro\u00e7ar o c\u00e9u, voe at\u00e9 \u00e0 ilha do Fogo e conhe\u00e7a o profundo negro do seu vulc\u00e3o, o Pico do Fogo. A montanha mais alta de Cabo Verde, com 2829 metros de altura, \u00e9 um vulc\u00e3o ativo que entrou em erup\u00e7\u00e3o pela \u00faltima vez em 2014. Deixe todas as preocupa\u00e7\u00f5es para tr\u00e1s enquanto desce a correr pelas cinzas e recupera as for\u00e7as saboreando uma deliciosa cachupa aos p\u00e9s do vulc\u00e3o.<\/p>\n<p>O interior da ilha de Santiago guarda muitos cantinhos de enorme beleza, como a rede de trilhos do Parque Natural de Serra Malagueta, com paisagens impressionantes e rotas bem sinalizadas. Pode terminar o dia refrescando-se na praia do Tarrafal.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12565 size-large\" src=\"http:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Quads-Boa-vista-2-1024x684.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"684\" srcset=\"https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Quads-Boa-vista-2-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Quads-Boa-vista-2-361x242.jpg 361w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Quads-Boa-vista-2-750x501.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>O encontro das correntes atl\u00e2nticas com as \u00e1guas tropicais faz com que os fundos marinhos de Cabo Verde fervilhem de vida. Baleias de bossa, tartarugas, corais, tubar\u00f5es e centenas de esp\u00e9cies de peixes habitam as suas \u00e1guas cristalinas. A diversidade dos fundos, arenosos e vulc\u00e2nicos, os seus corais coloridos e a presen\u00e7a de barcos afundados nas costas do arquip\u00e9lago tornam-no num destino atrativo para os mergulhadores.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12561 size-large\" src=\"http:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_Long-board-Sal-2-1024x684.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"684\" srcset=\"https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_Long-board-Sal-2-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_Long-board-Sal-2-361x242.jpg 361w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_Long-board-Sal-2-750x501.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Umas das imers\u00f5es mais belas da ilha do Sal \u00e9 a de Buracona, tamb\u00e9m conhecida como Olho Azul, na costa noroeste. No sul, perto da praia de Santa Maria, e no sudoeste concentram-se as outras zonas de mergulho, o que facilita as desloca\u00e7\u00f5es que partem do concorrido pont\u00e3o de Santa Maria.<\/p>\n<p>Se prefere um ambiente mais relaxado pode optar pelas ilhas de S\u00e3o Vicente e Santo Ant\u00e3o. Do Mindelo sairemos para explorar a costa oeste, onde podemos observar tubar\u00f5es tigre e touro, tartarugas, peixe-sapo e mantas, entre outras esp\u00e9cies. Em Santo Ant\u00e3o desfrutaremos das \u00e1guas virgens do Tarrafal e das forma\u00e7\u00f5es rochosas da Ponta do Sol-<\/p>\n<p><strong>Sim, peixes-sapo ou mantas <\/strong><\/p>\n<p>As ilhas do sotavento tamb\u00e9m surpreender\u00e3o os mergulhadores. As \u00e1guas calmas de Santiago, al\u00e9m da sua rica biodiversidade e das suas impressionantes paredes submarinas, albergam muitos segredos escondidos. As correntes fortes atraem para a Boa Vista esp\u00e9cies pel\u00e1gicas e tartarugas, que desovam nas suas costas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12564 size-large\" src=\"http:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_BUCEO-mindelo-Sao-Vicente-1024x684.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"684\" srcset=\"https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_BUCEO-mindelo-Sao-Vicente-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_BUCEO-mindelo-Sao-Vicente-361x242.jpg 361w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/AF_BUCEO-mindelo-Sao-Vicente-750x501.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Quando o vento sopra, nada melhor que i\u00e7ar as velas, montar os bal\u00f5es e adentrar-se de prancha na \u00e1gua. Os ventos al\u00edseos tornam as ilhas do barlavento um dos melhores destinos para a pr\u00e1tica de windsurf e kitesurf durante o inverno<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12562 size-large\" src=\"http:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Kitesurf-Sao-Vicente-Playa-Salamansa-2-684x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"684\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Kitesurf-Sao-Vicente-Playa-Salamansa-2-684x1024.jpg 684w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Kitesurf-Sao-Vicente-Playa-Salamansa-2-162x242.jpg 162w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Kitesurf-Sao-Vicente-Playa-Salamansa-2-750x1124.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 684px) 100vw, 684px\" \/><\/p>\n<p>A praia de Santa Maria, na ilha do Sal, \u00e9 o epicentro destes desportos n\u00e1uticos em Cabo Verde, com in\u00fameras lojas e escolas, entre as quais a do cabo-verdiano Mitu Montero, campe\u00e3o do mundo de kitesurf, e a de Josh Angulo, campe\u00e3o do mundo de winsurf. Igualmente interessantes s\u00e3o as praias de Salamansa e S\u00e3o pedro, em S\u00e3o Vicente, e de Estoril e Chaves, na Boa Vista.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12563 size-large\" src=\"http:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Surf-Sal-2-1024x684.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"684\" srcset=\"https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Surf-Sal-2-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Surf-Sal-2-361x242.jpg 361w, https:\/\/www.revistabinter.com\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Surf-Sal-2-750x501.jpg 750w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Mas a oferta n\u00e3o acaba aqui. Surf, paddle surf, quads, trilhos de todo o terreno, uma mir\u00edade de atividades que o tentar\u00e3o, para fruir ativamente desta terra de contrastes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Patri C\u00e1mpora Apesar do lema do arquip\u00e9lago ser Cabo Verde no stress e de muitos turistas chegarem \u00e0s suas praias paradis\u00edacas para descontrair ao sol e desligar de tudo &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":12566,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[739],"tags":[],"wps_subtitle":"Quando o vento sopra, nada melhor que i\u00e7ar as velas, montar os bal\u00f5es e adentrar-se de prancha na \u00e1gua ","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12558"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12558"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12558\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19159,"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12558\/revisions\/19159"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12566"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12558"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12558"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistabinter.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12558"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}